The good and old Street Fighter!

Bom, este é o meu primeiro post aqui então vamos lá :) .
Existe alguém neste mundo que não conhece Street Fighter? Não? Eu sabia. Pois então, eu sou um grande fã de SF, como milhares de pessoas, Street Fighter muda a vida de qualquer pessoa, de qualquer idade, de primeiro impacto você sai materializando os golpes feito pelos Fighters por aí na sua casa, depois, você treina com seu irmão mostrando toda a sua capacidade (rs fato que não pode faltar) mas depois, você ve o quão bom e viciante Street Fighter és! E não digo somente o jogo, aquele jogo espetacular da arcade dos anos 80 e 90 (Fliperama) ou também os adaptados ao Snes também nos anos 90 (Super Nintendo) que viciou a metade da população na juventude, mas também o anime,série, desenho como preferir chamar e seu mangá. Street Fighter mostra que não tem decriminação racial nem social com o mundo a fora, SIM, um jogo de luta mostra isso? SIM! Como? Basta você entender a história do SF, cuja conta a aventura de dois lutadores, da américa, e do japão, que entram em uma grande jornada em busca de lutadores de ruas anônimos ou não tão bons quanto eles...Isto inclui países como Tailândia, China, India, Estados Unidos, Jamaica, Espanha, e até mesmo o Brasil, repito, ATÉ mesmo o Brasil! Esta terra tão linda e rica -n.
Street Fighter mesmo após 22 dois anos continua fazendo sucesso, com os seus jogos antigos, ou os seus novos! O Street Fighter IV foi lançado nos arcades do Japão em Julho do ano passado, e as versões para PS3 e Xbox 360 saiu no fim do ano de 2008, e foi confirmado uma versão para PC que deve sair em julho de 2009.
Um pouco da História de Street Fighter: O nascimento dos jogos de luta ocorreu bem antes da Capcom lançar a seqüência arrasa-quarteirão. De fato, o primeiro jogo de luta é considerado o Victronics' Warrior (1979), que apresentava gráficos vetoriais onde dois cavaleiros lutavam vistos de cima. O próximo só apareceria anos depois, em 1984, com o jogo Karate Champ da DataEast. Este é considerado o primeiro jogo de luta para dois jogadores, apresentando dois controles. Seguindo seus passos, a Konami lançou Yie-Ar Kung Fu, em 1985 com gráficos impressionantes (para a época) e cheio de detalhes nos cenários. Vendo o sucesso de ambos os games, a Capcom decidiu lançar seu próprio jogo que tivesse características de ambos os jogos. Assim nasceu Street Fighter, em 1987Street Fighter fez pouco impacto em seu lançamento. Porém seus controles eram inovadores, com 1 joystick e 2 botões hidráulicos, que dependendo da força davam potência diferente ao golpe. Como geralmente se batia com muita força, foram trocados pelos 6 botões que se tornaram tradição na série..Inicialmente lançado como Street Fighter II: The World Warrior em 1991, SF II tornou-se um grande sucesso, popularizando o estilo de jogo. Controlando entre 8 jogadores (Ryu, Ken, Blanka, Zangief, Dhalsim, Guile, E. Honda, e Chun-Li, todos de países diferentes exceto os japoneses Ryu e Honda, e os americanos Ken, Mike Bison e Guile), além de 4 chefes (Sagat, que aparecera no jogo original; Mike Bison, Balrog, e Vega).
Além de receber conversões para o Super NES (ajudando o console a vender no começo da década de 90) e Commodore 64,IBM PC e Commodore Amiga, SF II recebeu novas versões.Street Fighter III fora lançado em 1997. Não teve tanto sucesso quanto o II pelo advento de jogos de luta em 3D como Tekken. Foram lançadas três versões de Street Fighter III.
S.F. II, e S.F.III tiveram várias versões, para diversos países com pequenas novidades.
P.S: Street Fighter Zero e Street Fighter Alpha (o qual são os melhores jogos da linha SF) são subséries, com mais games e uma compilação por ora. Para quem quiser assistir a série do Street Fighter II (que se eu não me engano já passou no SBT), neste site tem para baixar: S.T. II

Street Fighter carrega a minha personagem preferida de todos os jogos e mangás existentes, a Shun Li. *-*

É isso, [SF Mode Life ON].

Morre Jasmine You, baixista do Versailles.


O Versailles anunciou em seu site oficial que o baixista Jasmine You faleceu na manhã de hoje, dia 9 de agosto. O baixista havia anunciado anteriormente a pausa de suas atividades com o grupo por questões de saúde, e que em consequencia disso a banda continuaria a gravação de seu próximo álbum sem ele.

A banda afirma que outros detalhes sobre a morte de Jasmine You serão divulgados logo que eles receberem permissão da família do baixista. Com os membros ainda tentando absorver a notícia, o grupo também anunciou que todas as suas atividades serão adiadas.

Fonte: JaME Brasil

Luto.

Finalmente, a Melody pariu! 8D

Isso mesmo gente, o tão esperado serzinho nasceu.
E para muitos, mas uma surpresa: É uma menina.

O nome é mais "impactante" ainda. Lovelie Miyavi Ishihara.

Lovelie Miyavi Ishihara.

Sim, tem Miyavi no meio do nome da criança. Já era de se esperar algo do tipo, pois olhem quem é o pai. Bem, eu só imagino como essa criança sofrerá na escola...

Esperamos que a família seja tão feliz quanto a família comercial de maizena (Aizen-sama 8D *apanha*), mesmoqueeusejaafavordemiyavixkai e_e'

A mão da Love-chan *---*

Conquistas do Corinthians irão virar mangá

comaçim? @_@
fonte: Abril.



O Corinthians fechou parceria com a editora BB para lançar revistas em quadrinhos sobre o seu retorno à Série A do Campeonato Brasileiro e a conquista invicta do Campeonato Paulista. Os gibis terão formato de mangá, espécie de publicação japonesa.

"Estamos animados com a iniciativa, pois em menos de 30 dias conversamos com o clube, desenhamos o projeto e vamos colocá-lo no mercado. O Corinthians hoje é exemplo de profissionalismo em seu departamento de marketing", comentou Baroni Neto, diretor comercial da BB.

A revista terá tiragem inicial de 50 mil exemplares e entrará em circulação no dia 25 de julho, com duas versões: uma para livrarias, com capa dura, e outra convencional, para bancas de jornal.

A edição luxo do mangá ainda terá depoimentos de ex-jogadores e torcedores símbolo do Corinthians.



@_@

o mundo está ficando louco... o que o marketing não faz, não é?



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Hollywood faz adaptação do mangá "Astro Boy"

por fernando mexía



Los Angeles (EUA), 21 jun (EFE).- Símbolo da cultura nipônica, "Astro Boy", o menino robô que foi visto pela primeira vez em um mangá japonês em 1951, estreará nos cinemas pelas mãos de vários profissionais latinos com experiência em criar animação para Hollywood.


O novo "Astro Boy" manterá a essência do desenho de Osamu Tezuka, considerado o "deus do mangá" e "pai do anime" (animação japonesa), mas será mais adolescente e menos criança -em vez dos 8 anos, terá 12-, e alternará sua seminudez com cenas em que usará roupa normal para reforçar seu lado humano.


O projeto, que será lançado em outubro nos Estados Unidos e no início de 2010 na América Latina, foi adaptado à atual tendência de Hollywood de buscar histórias nas origens de personagens conhecidos, como aconteceu com Batman, X-Men ou a saga Star Wars.


"É um retorno ao mangá original", assegurou à imprensa o diretor do filme, o britânico David Bowers ("Por Água Abaixo", 2006), que descartou ter tomado como referência as séries de televisão sobre o personagem nas décadas de 60, 80 e em 2003.


A recriação desse símbolo japonês foi um desafio para a equipe do filme, que teve o argentino Luis Grane à frente da criação de personagens, o espanhol José Valencia como diretor de fotografia e a britânica de origem chilena Pilar Flynn nas tarefas de produção.


A ideia do estúdio Imagi era recuperar este símbolo japonês robotizado e transformá-lo em um fenômeno mundial que sirva de senha de identidade da companhia, que tem intenção de competir com Pixar e DreamWorks Animation.


"Astro Boy" voltará à vida com vocação de saga, por isso o roteiro desta presumível primeira parte é uma apresentação do personagem.


A trama conta desde sua fabricação, devido à obsessão de um pai que deseja preencher o vazio deixado por seu filho morto, ao drama de uma criança diferente que procura seu lugar no mundo e que acaba se transformando em um herói.


"Queria fazer algo global, nossos produtores no Japão queriam o mesmo, que não só fosse destinado ao público japonês. Minha meta era fazer algo que funcionasse bem tanto no Ocidente quanto no Oriente", afirmou Bowers.


A equipe do filme, no entanto, confessou sua inquietação com a acolhida que a produção terá no Japão, onde "Astro Boy" é "o Mickey Mouse japonês", nas palavras da produtora Maryann Garger.


Com o objetivo de ser fiéis ao ícone de Tezuka, o estudo contou com a participação no projeto do filho do desenhista e também cineasta, Makoto Tezuka, que trabalhou como consultor externo.


"Ele estava mais preocupado com como era o personagem de 'Astro Boy', que não fizéssemos muito além da história em si. Queria que o desenho tivesse relação com o original e que o argumento fosse fiel à personalidade do protagonista", comentou Grane.


O fato de o descendente de Tezuka ter aprovado a produção tranquilizou em parte Bowers e Grane ("O Príncipe do Egito", 1998), que se afastaram do anime e preferiram adotar uma narrativa mais ocidental.


"É uma versão", disse Grane. "Houve uma inspiração no mangá, embora esteticamente não se veja como mangá, está mais na tradição da Disney que de anime, embora com respeito ao original. Há alguns robôs que têm raiz no mangá", afirmou o argentino, que usou algumas esculturas pré-colombinas como modelo para vários personagens.


"Há sequências nas quais os movimentos de câmera podem lembrar a estética de 'Gladiador', de Ridley Scott", esclareceu Valencia ("O Pequeno Stuart Little", 1999), em referência ao estilo visual, pensado para competir com os grandes estúdios americanos.


"Astro Boy" será distribuído em 2D, apesar da crescente popularidade do 3D, mas a próxima produção da Imagi, "Gatchman" (baseada em uma série de televisão japonesa), estreará em 2011 neste formato.




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